6:30. Droga. Acordar pra quê?! Tá quentinho aqui. Escova dente. Penteia cabelo. Cabelo idiota, não pára!
Leite. Leite, leite, leite... não tem leite gelado. Nunca tem. Nescau? Não. Toddy. Não tem o mesmo gosto, mas quem não tem cão, caça com gato. Tô atrasada. Merda. Que se dane, eu chego nos "15 minutos"...
Milagre, cheguei bem no horário. Alguma coisa tinha que dar certo nesse meu dia. Agora aula. Aula, aula, aula... Acaba, pelo amor de Deus!
Almoço. Almoço solitário acompanhado de saudade. Bem que já podia ser 17:30. Celular. Ele. Saudade! Mais umas horinhas e eu tenho ele só pra mim.
Carinho. Eu quero carinho. E eu quero chorar. Meu dia tá uma bosta.
Aula de novo. Ai, que saco! Aula, aula, aula...
Sono. Sono, carência e vontade de chorar. Aula. Grr... Tô sublimando meu cérebro, quase! Socorro!
Merda. Um dia eu descanso. Um dia...
Celular. Ele de novo. Três palavras. Só isso e me abre um sorriso enorme.
Tu acaba de deixar meu dia MUITO bom.
Eu também te amo!
30.8.08
27.8.08
O que seria do amor sem a maçã?
E se Eva não tivesse mordido aquela bendita maçã?
Acho que eu não te teria aqui, agora, passeando dedos mornos no meu dorso nu. Talvez nem esse olhar cheio de candura estivesse me olhando agora, e muito menos teus lábios - ah, os lábios - não me dariam o mais doce de todos os beijos.
Talvez nem nos conhecêssemos.
E se não houvesse amor? Deus, eu não quero nem pensar nisso. Sem amor não haveria vida. Malditas maçãs...
"Tu consegues viver sem mim?"
Não me espanta teu olhar de desapontamento quando digo que sim. Mas não quero, não posso.
Sem ti sequer pensaria. Não veria. Não sentiria. Não sonharia. Não existiria.
Malditas vermelhas pecadoras maçãs!
Mas o que seria de mim, de nós, sem elas...?
Pouco me importaria tua petulância em dizer que "tem mais anos literários que eu", e não me enfureceria ouvir tuas amáveis brincadeiras infames... Ah, maçãs...
Mas não me atenho a isso.
Puxa-me pela cintura e me beija, simplesmente.
Porque temos maçãs, e muitas.
Acho que eu não te teria aqui, agora, passeando dedos mornos no meu dorso nu. Talvez nem esse olhar cheio de candura estivesse me olhando agora, e muito menos teus lábios - ah, os lábios - não me dariam o mais doce de todos os beijos.
Talvez nem nos conhecêssemos.
E se não houvesse amor? Deus, eu não quero nem pensar nisso. Sem amor não haveria vida. Malditas maçãs...
"Tu consegues viver sem mim?"
Não me espanta teu olhar de desapontamento quando digo que sim. Mas não quero, não posso.
Sem ti sequer pensaria. Não veria. Não sentiria. Não sonharia. Não existiria.
Malditas vermelhas pecadoras maçãs!
Mas o que seria de mim, de nós, sem elas...?
Pouco me importaria tua petulância em dizer que "tem mais anos literários que eu", e não me enfureceria ouvir tuas amáveis brincadeiras infames... Ah, maçãs...
Mas não me atenho a isso.
Puxa-me pela cintura e me beija, simplesmente.
Porque temos maçãs, e muitas.
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